Cristiane Pinto

Cristiane Pinto
Porque a vida é da cor que a gente pinta!!!

sábado, 25 de setembro de 2010

BÊNÇÃO  E  MALDIÇÃO


“...de uma só boca procede benção e maldição.” Tg 3.10
O mundo espiritual é uma realidade onde encontra-se os seres espirituais, não podemos vê-los mas sentimos sua influência direta na vida. Muitos cristãos ainda não despertaram para este fato e vivem cegos, recebendo em si as conseqüências de sua incredulidade.
Abençoar e amaldiçoar é uma autoridade dada aos homens por Deus desde a antiguidade e vemos na Palavra a sua seriedade. As recomendações feita pelo Senhor são inúmeras quanto ao falar, pois, as palavras podem dar vida ou morte.
Mateus 12.36,37
“Digo-vos que toda palavra frívola ( fútil, leviana, volúvel, vã) que proferirem os homens , dela darão conta no dia do juízo. Porque pelas tuas palavras serás justificado, e pela tuas palavras serás condenado.”
Tiago 3.10
“... De uma só boca procede benção e maldição.”
Marcos 11.23
“ Se alguém disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar... Assim será...”
Marcos 11.14,21
“...Nunca jamais coma fruto de ti... A figueira que amaldiçoaste, secou.”
A palavra e dotada de poder para abençoar e amaldiçoar.
AMALDIÇOANDO A SI PRÓPRIO ( Sl 109.17)
Geralmente se vê esta questão de outro ângulo, sempre como sendo amaldiçoado por alguém; mas na maioria das vezes auto-amaldiçoa-se de forma involuntária e recebem na vida as conseqüência pela liberação de palavras e expressões indevidas, por exemplo:
Sou idiota; não presto para nada; meu destino é sofrer; sou azarado; nasci para o fracasso; nunca vencerei; sou danado; e muitas outras. Estas expressões quando proferidas, autorizam aos espírito demoníacos a agir fazendo acontecer o declarado. Portanto cuidado com as palavras.
A auto-estima também é abalada quando se fala do corpo, por exemplo:
Não gosto do cabelo; da boca; dos olhos; dos dentes; do nariz ; sou gordo etc. estas lamentações abre as portas para o maligno agir e a situação torna-se muito grave.
Muitos nos momentos de dificuldade ou mesmo ao divertir-se fazem pedidos terríveis. Isto é dar brecha ao diabo e ele age. Veja o exemplo judeu:
“Caia sobre nós o seu sangue, e sobre nossos filhos (Mt 27.24,25)
O resultado é visível até nos dias atuais; perseguições, mortes, exílios, guerras intermináveis, etc. Assim é a vida dos Israelitas.
A Palavra tem muito poder! (Mt 15.11 e Tg 3.6)

AMALDIÇOANDO O PRÓXIMO ( Ec 7.22)
Quanto ao próximo, deve-se ter o cuidado de não proferir palavras não edificantes, pois pode-se amaldiçoá-lo. Na Bíblia vê-se o exemplo de Noé, que amaldiçoa seu filho Canaã .
“... Maldito seja Canaã..” (Gn 9.24-27)
E assim foi amaldiçoado, poucas palavras mas o suficiente para a desgraça de alguém.
Deve-se ter um cuidado especial com palavras ou expressões que verdadeiramente desconhecemos o significado, como exemplo veja:
Danado, muito comum no Brasil, mas seu significado é condenado ao inferno. (Dicionário Aurélio)
AMALDIÇOANDO AS AUTORIDADES (Ex 22.28 e Ec 10.20)
Devido as grandes dificuldades o homem está muito propenso a descarregar nas autoridades (vereador, prefeito, dep.,governador, presidente e outras) os seus males e geralmente o faz com palavras pesadas, de maldição. Os cristãos precisam ter o cuidado de não procederem de forma pecaminosa a semelhança dos ímpios; a vontade de Deus é que sejam abençoados, que orem por eles.
Quando os governantes são amaldiçoados , as conseqüências recaem sobre seus cidadãos (Rm 12.14) .
AMALDIÇOANDO OS FILHOS ( Gn 9.24-27)
É extremamente fácil praticar o ato da maldição contras os filhos. Por serem cheios de energia e em muitos casos desobedientes, teimosos e respondões, facilmente enerva os pais, que usam palavras e expressões de maldição.
Pais, cuidado com os termos usados em relação a seus filhos, falem palavras edificantes , construtivas e positivas; assim certamente serão honrados pelo Deus vivo.
Paguem o preço pelo filho, orando; jejuando; ensinando; levando-os aos montes; vales e matas para orar.

Elias R. de  Oliveira

Fonte: http://www.vivos.com.br/74.htm
Bênção e Maldição II
 
“Todo homem, pois seja pronto para ouvir, tardio pra falar ...  Se alguém não tropeça no falar é perfeito... Ora,  a língua é fogo; é mundo de iniqüidade; a língua está situada entre os membros de nosso corpo, e contamina o corpo inteiro e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como é posta ela mesma em chamas pelo inferno... A língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar... Com ela bendizemos ao Senhor; também com ela amaldiçoamos os homens, feito à semelhança de Deus: de uma só boca procede benção e maldição...  Seis cousas o Senhor aborrece... Língua mentirosa... Testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos.” 
(Veja os textos na integra: Tg 1.19; 3.1-12 e Pv 6.16-19)

O ser humano possui uma particularidade muito especial, pois além da vida física, carrega em si a uma outra vida, que o torna um ser espiritual. Esta situação o difere dos demais animais criados pelo Senhor Deus e o capacita a desenvolver uma intimidade com o espiritual, seja, com o Todo Poderoso ou por conseqüência de uma opção ou simplesmente pelo fluir da vida com o maligno.  E devido a esta espiritualidade natural, ele detém em suas palavras autoridade para abençoar ou amaldiçoar; dar vida ou tirar vida.

Os servos do Senhor, homens chamados pelo Espírito Santo e lavados no Sangue do Senhor Jesus, necessitam dar uma atenção muito especial às palavras que proferem, pois, estão cheios da autoridade de Deus (Lc 10.19,20); e o mau uso da língua pode trazer sérios danos sobre sua própria vida ou de outrem. Uma vida de constante vigilância e direcionada pelo Espírito Santo é a solução para manter a nossa língua sob domínio e no temor do Senhor.

Os ensinamentos que nos são dados por Deus, em relação ao falar são muitos. Neste breve artigo, descrevo alguns. Abra teu coração e permita que o Espírito Santo ilumine teu entendimento e estejas pronto a ouvir sua voz.

a) Todo homem, seja pronto para ouvir. (Tg 1: 19)

 "Se o ouvirem e o servirem, acabarão seus dias em felicidade, e os seus anos em delicias". Jó 36.11

O Senhor Deus, aconselha ao homem para que aprenda a ouvir, e valoriza os servos que na obediência aos princípios eternos, tornam-se  bons ouvintes.
”... chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios tolos...” (Ec 5.1). O abrir a boca em muitos casos não é uma atitude sábia, e pode levar-nos ao erro. É preciso aprendermos ouvir, tanto o certo quanto o errado e, após uma reflexão o falar. Assim, não proferiremos palavras néscias. “...e do muito falar, palavras néscias.” (Ec 5.3) A  condição de ouvinte é um conselho que encontramos em toda a Bíblia, veja algumas referencias:
”Inclinai os vossos ouvidos e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá...” (Is 55.3)
”Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas...” Ap 2.17
”As palavras dos sábios, ouvidas em silêncio valem mais do que os gritos de quem governa...” Ec 9.17
“Tenho ouvido, ó Senhor...” Hc 3.2
“Agora, pois, se atentamente ouvirdes a minha voz...” (Ex 19.5)
”Povos todos, escutai isto, daí ouvidos, moradores todos da terra...” (Sl 49.1)
”Melhor é ouvir a repreensão do sábio...” (Ec 7.5) entre outros.

É notório portanto, que o Senhor deseja que os seus seguidores sejam bons ouvintes, que saibam ouvir tanto o certo quanto o errado e após, uma analise que fale na autoridade do Espírito Santo.

b) Todo homem seja, tardio para falar (Tg 1.19)

O Senhor nos ensina que devemos ser tardios no falar, ou seja, é preciso pensar antes, não sermos precipitados nas declarações ou em expor nossas conclusões. Às vezes a primeira impressão, leva-nos à conclusões que não correspondem com a realidade de uma situação. Bom e calar-se!
Veja o conselho de Salomão:
“Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma... Sejam poucas as tuas palavras...” (Ec 5.2,3)
“Não consintas que a tua boca te faça culpado... Como na multidão dos sonhos há vaidade, assim também nas muitas palavras...” (Ec 5.6,7)
”O homem prudente, este se cala.” (Pv 11.12)
“Até o tolo, quando se cala, é tido por sábio” ( Pv 17.28)
”No muito falar não falta transgressão, mas o que modera seus lábio é prudente” (Pv 10.19)
  Escolhidos do Senhor, deixe que a vossa língua seja dominada pelo Espírito de Deus e saibam falar ou calar-se na hora certa. É sábio quem pede ao Senhor domínio sobre sua língua.

c) Todo homem seja, tardio para se irar (Tg 1: 19)

O que realmente é a ira? No dicionário (Aurélio) encontramos a seguinte definição: “Cólera, raiva, indignação, desejo de vingança.”  Quantas vezes tais sentimento afloram em nosso ser contra um irmão e levados pela precipitação da carne, os exteriorizamos trazendo sérias conseqüências. Por exemplo: Vidas são destruídas; amizades torna-se em inimizades; depressões e desespero; acidentes, crimes são praticados; a obra de Deus é envergonhada; entre tantas outras conseqüências.
Mas, como seres humanos, vivendo nas dificuldades do dia-a-dia, infelizmente não estamos isentos da ira, da raiva, no entanto, como homens espirituais que somos, devemos observar a orientação que Paulo deu aos de Éfeso:
”Irai-vos, e não pequeis, não se ponha o sol sobre vossa ira, nem deis lugar ao diabo... Longe de vós toda a amargura e cólera, e ira, e gritaria... Sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros” (Ef 4.26,27,31,32)
Quantas vezes em nossa falta de sabedoria nos expressamos no auge do “sangue quente” ou da “cabeça quente” e os resultados são terríveis! Esta não é a forma correta do Servo do Senhor agir, mas, se infelizmente isto vier a acontecer, o mandamento de Deus é que “Não se ponha o sol sobre a vossa ira” ou seja, é necessário  resolver o problema o mais rápido possível; e para contornarmos determinadas situações, é preciso nos humilhar diante do irmão atingido e clamar o seu perdão.

A ira destitui o servo da graça de Deus, ela nos afasta da comunhão verdadeira com o Eterno. É impossível haver intimidade com Deus, quando o nosso coração está cheio de ira, cólera contra o próximo.
“Deixa a ira, abandona o furor...” (Sl 37.8)
”O homem de grande ira tem de sofre o dano...” (Pv 19.19)
“O iracundo levanta contendas...” (Pv 29.22)
“Não te apresses em irar-te, porque a ira se  abriga no íntimo dos insensatos.” (Ec 7.9)
Meditando nestes textos, facilmente concluímos que em nossa vida com Deus, não há lugar para a ira.
A ira é fruto da carne, “...As obras da carne são conhecidas e são: ... iras... e cousas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro... não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam (Gl 5.19-21).
A vontade de Deus para a vida dos seus servos é que vivam em santidade, sem iras, sem contendas e que saibam proferir palavras abençoadas.
”A resposta branda devia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. A língua do sábio adorna o conhecimento, mas a boca dos insensatos derrama a tolice.” (Pv 15.1,2)
Mas, se numa ocasião perdermos de vista este ensinamento e agirmos de forma errônea ou ainda, se formos o alvo da ira de alguém, o ensinamento dado por Deus é o seguinte:
”Se teu irmão pecar contra ti; repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe” (Lc 17.3) Estas palavras se aplicam àquele que deixou-se irar e levantou-se contra outrem, que em humildade e cheio do perdão de Deus, vá ao encontro da pessoa atingida e humilhe-se diante dele e clame pelo seu perdão. Mesmo que estejas cheio de razão, deixe fluir de ti o perdão.
Jesus nos fala sobre o perdão ao próximo. Ele deseja que o Servo queira perdoar continuamente e ajudar os que o ofendem, em vez de permitir que um espírito de vingança e ódio se abrigue.
”Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mt 5.44-48)
"Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor" (Hb12.14)

d) Cada servo deve saber refrear a sua língua:

”Se alguém supõem ser religioso, deixando de refrear a sua língua, antes enganando o próprio coração, a sua religião é vã.” (Tg 1.26)

As vezes nos perguntamos o que é “refrear”?  a resposta é: Conter com freio; frear, enfrear; Reprimir, conter, suster; Dominar, sujeitar, subjugar, vencer; Tornar menor ou menos intenso; moderar, reprimir; Conter-se, comedir-se, reprimir-se; Abster-se, privar-se.
Esta prática deve ser uma constância na vida de alguém que procura com sinceridade servir ao Mestre. Saber dominar a língua nos dá autenticidade na caminhada com o Senhor, aqueles que não a domina, “engana-se a si próprio e sua religião é vã”. É o tipo de vida sem valor, sem expressão, sem poder, sem salvação.
O Senhor Jesus afirma:
”... a boca fala do que está cheio o coração.” (Lc 6.45)

O que nossas palavras tem causado ao nosso próximo, benefícios ou malefícios?
É tempo de parar e se auto-examinar!
Afinal:
“Tornai-vos, pois, praticantes da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmo.”  (Tg 1.22)
“Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios.” (Sl 141.3)
“O que guarda a boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os lábios a si mesmo se arruína.”(Pv 13.3)

Estamos vivendo “os tempos finais”, é uma época altamente espiritualizada, na qual o maligno procura uma brecha  na vida dos servos para semear as sementes do mau. É preciso vigiar, e estarmos consciente que a conversa descuidada, impura, maliciosa, com gírias e a língua desenfreada são caminhos tortuosos, que conduzem ao pecado.
”Não consintas que a tua boca te faça culpado...” (Ec 5.4)
“Porque, como na multidão dos sonhos há vaidade, assim também nas muitas palavras.” (Ec 5.7)
“Refreia tua língua do mal, e os teus lábios  de falarem dolosamente.” (Sl 34.13)
E assim deve ser o nosso proceder:
”Ouvi, pois falarei cousas excelentes; os meu lábios proferirão cousas retas. Porque a minha boca proclamará a verdade; os meu lábios abominam a impiedade. São justas todas as palavras da minha boca, não há nelas nenhuma cousa torta, nem perversa.” (Pv 8.6-8)
A língua é fonte de grandes bênçãos, mas, pode também disseminar uma infinidade de males. E para o domínio verdadeiro deste órgão tão pequeno, é preciso uma vida de santidade, dobrada diante do trono do Eterno. “Ora, a língua é fogo; é mundo de iniqüidade; a língua está situada entre os membros de nosso corpo, e contamina o corpo inteiro e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como é posta ela mesma em chamas pelo inferno... a língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar; é mal incontido... com ela bendizemos ao Senhor e Pai; também com ela amaldiçoamos os homens...” (Tg 3.6,8,9)

Vemos que a língua é comparada ao fogo. E o exemplo dado, é que apenas um “palito de fósforo” pode incendiar toda uma floresta (Tg 3.5). “A tua língua urde planos de destruição; é qual navalha afiada, ó praticadora de enganos! Amas o mal antes que o bem; preferes mentir a falar retamente.” (Sl 52.2,3)
A nossa atenção precisa ser desperta para a vida cotidiana, e não permitir que nossa boca seja instrumento de propagação  de intrigas, invejas, fofocas, mentiras e tantos outros males, que “toca” no Senhor e destrói nossa comunhão com Ele e com os irmãos.
“Com ela bendizemos ao Senhor; também com ela amaldiçoamos os homens... de uma só boca procede benção e maldição...” (Tg 3.9,10)
Infelizmente é muito comum que nos momentos de ira, ou até mesmo em nossas descontrações e brincadeiras percamos de vista a orientação divina e a língua transforma-se em instrumento para o mal e palavras amaldiçoadoras são proferidas. É preciso um cuidado redobrado com as palavras que não conhecemos a fundo os seus significado e expressões que denotam maldição. Afinal, é bom lembrarmo-nos que haveremos de prestar contas a Deus de todas as nossas palavras.
”Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no dia de juízo; porque pelas tuas palavras serás justificado, e pelas tuas palavras serás condenado.” (Mt 12.36,37)

”O justo aborrece a palavra de mentira...” Pv 13.5  Viver em retidão é uma necessidade.
”Sim, sim e não, não” (Mt 5.37) é nesta simplicidade a determinação que o Senhor Jesus deixa a seus seguidores; tão clara quanto à luz do dia. Impossível que alguém não a compreenda.
Os servos do Mestre, preferem arcar com as conseqüência de uma palavra verdadeira à contar uma pequena e até “insignificante” mentira. Veja o exemplo de Daniel (Dn 3.16-19). Ele tinha plena consciência que a mentira e considerada por Deus como “abominação”: “Os lábios mentirosos, são abomináveis ao Senhor.”(Pv 12.22) E que aqueles que optam por viver longe da retidão, com certeza receberão o castigo e viverá eternamente ao lado do pai da mentira, o próprio diabo (Jo 8.44). Veja também: Ap 21.8,27
É preciso estar atento  e ter pleno conhecimento que o Senhor não tolera a mentira e o engano. Inclusive no seio da igreja.
                                                                                                                                                            
Elias R. Oliveira

Fonte: http://www.vivos.com.br/149.htm

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Receba "O Espirito Santo"



INVOCAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO

Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos : Ó DEUS, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre de sua consolação. Por CRISTO, Senhor nosso. Amém!

ORAÇÃO PARA PEDIR OS DONS DO ESPÍRITO SANTO

Vinde Espírito Santo
E dai-nos o Dom da Sabedoria
Para que possamos avaliar todas as coisas à luz do Evangelho
E ler nos acontecimentos da vida os projetos de amor do Pai
Dai-nos o Entendimento
Uma compreensão mais profunda da verdade
A fim de anunciar a salvação com maior firmeza e convicção
Dai-nos o Dom do Conselho
Que ilumina a nossa vida
E orientai a nossa ação segundo vossa Divina Providência
Dai-nos o Dom da Fortaleza
Sustentai-nos no meio de tantas dificuldades
Com vossa coragem para que possamos anunciar o Evangelho
Dai-nos o Dom da Ciência
Para distinguir o Único Necessário
Das coisas meramente importantes
Dai-nos Piedade
Para reanimar sempre mais nossa íntima comunhão convosco
E, finalmente, dai-nos vosso santo Temor
Para que, conscientes de nossas fragilidades,
Reconhecermos a força da vossa graça.
Vinde Espírito Santo
E dai-nos um novo coração. Amém.

Pe. Joãozinho – Oração inspirada na Carta de João Paulo II aos sacerdotes do mundo inteiro por ocasião da quinta-feira santa de 1998.

Uma Benção especial virá até você na forma de um melhor trabalho, melhor relacionamento em casa ou situação econômica mais tranquila. Não faça perguntas e confia em Deus!!!

domingo, 8 de agosto de 2010

O Pequeno Príncipe - de Antoine de Saint-Exupéry

























FALANDO DE DEUS PARA CRIANÇAS DE 0 A 4 ANOS


Quando olhamos para esses pequenininhos podemos até pensar : "Como é difícil ensiná-los. Será que entendem o que estou ensinado?" Mas ao contrário do que pensamos os primeiros anos de vida das crianças são uma excelente oportunidade para estabelecermos alicerces espirituais.

Então surge mais uma pergunta:"Como ensiná-los?". A resposta é simples! Nessa faixa etária a criança aprende por meio de experiências, pelos sentidos e sentimentos. A melhor forma de ensiná-las é fazendo-as sentir as experiências das aprendizagens que objetivamos. E agora o que posso ensinar a crianças de 0 a 4 anos de idade? No livro "Ensinando Sobre Deus ás Crianças" ,da CPAD, podemos encontrar um ótimo roteiro e dicas fantásticas para ensinar esses pequeninos.
Podemos ensiná-los a respeito de Deus:
•Quem é Deus? Deus existe; Deus o ama; Jesus o ama e Deus quer cuidar de você.
•O que Deus fez? Deus criou todas as coisas; Deus criou você; Deus nos deu a Bíblia; Jesus, o Filho de Deus, morreu por nossos pecados para que você possa estar com Deus.

Podemos ensinar a respeito do Amor, que eles podem ter um relacionamento com Deus:

•Orando e conversando com Deus em nome de Jesus;
•Falando regularmente com Deus;
•Escutando com regularidade histórias bíblicas sobre Deus e Jesus.

Podemos ensinar sobre como ter uma vida dedicada a Deus e que elas podem ser tudo o que Deus quer que elas sejam:

•Deus quer que sejam boas, gentis e amorosas, exatamente como Ele e Jesus são;
•Deus quer que vejam e pensem coisas boas;
•Deus quer que vão a igreja;
•Deus quer que obedeçam seus pais;
•Deus quer que compartilhe suas coisas com os outros.

FONTE: "Ensine sobre Deus às crianças". CPAD

DÚVIDAS SOBRE AS CRIANÇAS EM RELAÇÃO AOS ENSINAMENTOS DE DEUS


1º DÚVIDA: " É realmente necessário ensinar a Palavra de Deus a uma criança de tenra idade?"


Segundo a BÍblia...

a. No Antigo Testamento
Dt 6:7 - "Tu as inculcarás a teus filhos..."
Pv 22.6 - "Ensina a criança no caminho em que deve andar..."
Sl 78: 4-6 - "...não encobriremos a teus filhos".

b. No Novo Testamento
2 Tm 3:15 - "...desde a infância sabe as sagradas letras"
Ef 6:4 - "Criai os vossos filhos na disciplina do Senhor..."
Mt 11.25 - "Graças Te dou...porque revelaste essas coisas aos pequeninos"


2º DÚVIDA - " É possível às crianças terem uma experiência real com Deus e serem por Ele renegadas?"

Segundo a Bíblia...

a. No Antigo Testamento
Dt 31::12,13- "AS reuniões de ensino levavam as crianças a submeterem-se a Deus".
Sl 78:7 - " As crianças devem aprender para, então, confiar em Deus..."
1Sm 3:20 - "Samuel conheceu a Deus, quando ainda criança, e converteu-se de todo coração ao Senhor".

b. No Novo Testamento
Mt 18:6 - "Não faça os pequeninos que crêem em mim..."
Tt 1:6 - "O presbítero deve ter filhos crentes..."
Cl 3:20 - "...dos filhos se esperam obediência aos pais e bom testemunho aos de fora".

A força da oração

Jesus, após transfigurar-se na presença de Pedro, Tiago e João, no Monte Tabor, desce a montanha e encontra os demais apóstolos que haviam ficado; ou seja, ao chegarem a montanha, Jesus toma Pedro, Tiago e João e sobem a montanha, deixando os demais no sopé do monte, num pequeno vilarejo. Quando descem, encontram os demais num total apuro: estão tentando expulsar o demônio de um menino epilético. O pai do menino corre em direção a Cristo suplicando-Lhe que cure o filho.

O pai do menino, após suplicar a cura, comunica ao Senhor que Seus discípulos nada fizeram.  Jesus chama a atenção deles: “Ó gente sem fé e perversa! Até quando deverei ficar convosco? Até quando vos suportarei?”
Cristo expulsa o demônio daquele menino imediatamente, deixando-o curado, liberto. Os discípulos vão a Ele e questionam o fato de não conseguirem realizar o “exorcismo”. O Messias lhes responde que não conseguiram porque a fé deles era demasiado pequena.
O grande problema conosco é que somos profundamente – muito, eu digo – descrentes acerca daquilo que Cristo quer fazer em nós a através de nós. Nós não conseguimos caminhar, muitas e muitas vezes, porque não temos a coragem e a decisão de expulsar certos demônios de cada um de nós e, por isso, não conseguimos ajudar ninguém; visto que ninguém dá o que não tem. Estamos parados, entrevados, epiléticos, porque estamos olhando para a montanha e não estamos olhando para as pedras que estão à frente, por isso, tropeçamos sempre, sempre no mesmo lugar. Para dizer que ninguém tropeça em montanha, mas nas pequenas pedras que estão à frente de todos nós. Por isso devemos clamar sempre: “Senhor, não quero ver o horizonte, mas que me ilumines o meu primeiro passo”.
Ter fé significa, muito mais que fazer, ser, ou seja, ser aquilo que Deus quer que sejamos: santos, de confiança, misericordiosos capazes de nos colocarmos no lugar dos outros. Aliás, uma das dificuldades dos discípulos para expulsar aquele demônio, por conta da falta de fé, é que não conseguiram se colocar no lugar daquele menino que estava sofrendo; o ser de fé sempre terá compaixão dos outros, ou seja, conseguirá se colocar com a paixão, com a dor do outro. Jesus é mestre nisso.
O ser de fé sempre alimentará a sua fé numa profunda vida íntima com Jesus Cristo. Existem certos tipos de demônios que só podem ser expulsos pela força da oração. E nada mais! Como está a nossa vida de intimidade com o Senhor? Como estão as nossas participações da Santa Missa dominical e ou semanal? Como se encontra a nossa vida íntima com a Palavra? É uma vida íntima com a Palavra? Existem muitas pessoas muito atentas e ocupadas quanto ao manuseio do Corpo e Sangue de Cristo nas espécies eucarísticas; não perdem nenhum fragmento, pois ali está Jesus. Perfeito que Deus sempre nos dê este zelo! Agora, como se encontra o manuseio e a receptividade da Palavra – O Verbo se vez Carne – em nossa vida? Como a Palavra está sendo fragmentada e dispersa, perdida, por cada um de nós! E depois queremos perguntar por que as coisas não vão bem em nossa vida, por que certos tipos de demônio não saem de nós e dos nossos? Tomemos consciência enquanto ainda é tempo.

Padre Pacheco
Comunidade Canção Nova

sábado, 7 de agosto de 2010

Padre marcelo, Èdson & Hudson: Rei Davi

Perfeito é Quem Te Criou - Vida Reluz

Homenzinho Torto

Educação: Como evangelizar os meus filhos?

Os pais não devem apenas mandar os filhos para a igreja, mas levá-los

A Igreja ensina que os primeiros catequistas são os pais. É no colo deles que toda criança deve aprender a conhecer a Deus, aprender a rezar e dar os primeiros passos na fé; conhecer os Mandamentos e os Sacramentos.
Os pais são educadores naturais, e os filhos assimilam seus ensinamentos sem restrições. Será difícil levar alguém para Deus se isso não for feito, em primeiro lugar, pelos pais. É com o pai e a mãe que a criança tem de ouvir em primeiro lugar o nome de Jesus Cristo, Sua vida, Seus milagres, Seu amor por nós, Sua divindade, Sua doutrina... Eles são os responsáveis a dar-lhes o batismo, a primeira comunhão, a crisma e a catequese.
Quando fala aos pais sobre a educação dos filhos, São Paulo recomenda: “Pais, não exaspereis os vossos filhos. Pelo contrário, criai-os na educação e na doutrina do Senhor” (Ef 6, 4). Aqui está uma orientação muito segura para os pais. Sem a “doutrina do Senhor”, não será possível educar. Dom Bosco, grande “pai e mestre da juventude”, ensinava que não é possível educar sem a religião. Seu método seguro de educar estava na trilogia: amor - estudo - religião.
Nunca esqueci o terço que aprendi a rezar aos cinco anos de idade, no colo de minha mãe. Pobre filho que não tiver uma mãe que o ensine a rezar! Passei a vida toda estudando, cheguei ao doutorado e pós-doutorado em Física e nunca consegui esquecer a fé que herdei de meus pais; é a melhor herança que deles recebi. Não é verdade que a ciência e a fé são antagônicas; essa luta só existe no coração do cientista que não foi educado na fé, desde o berço.
Os pais não devem apenas mandar os seus filhos à igreja, mas, devem levá-los. É vendo o pai e a mãe se ajoelharem que um filho se torna religioso, mais do que ouvindo muitos sermões. A melhor maneira de educar, também na fé, é pelo exemplo. Se os pais rezam, os filhos aprender a rezar; se os pais vivem conforme a lei de Deus, os filhos também vão viver assim, e isso se desdobra em outros exemplos. Os genitores precisam rezar com os filhos desde pequenos, cultivar em casa um lar católico, com imagens de santos em um oratório, o crucifixo nas paredes, etc.; tudo isso vai educando os filhos na fé. Alguém disse, um dia, que “quando Deus tem seu altar no coração da mãe, a casa toda se transforma em um templo.”
Um aspecto importante da educação religiosa de nossos filhos está ligado à escola. Infelizmente, hoje, se ensina muita coisa errada em termos de moral nas escolas; então, os pais precisam saber e fiscalizar o que os filhos aprendem ali. Infelizmente, hoje, o Governo está colocando até máquinas para distribuir “camisinhas” nesses locais. Os filhos precisam em casa receber uma orientação muito séria sobre a péssima “educação sexual” que hoje é dada em muitas escolas, a fim de que não aprendam uma moral anticristã.
Outro cuidado que os pais precisam ter é com a televisão; saber selecionar os programas que os filhos podem ver, sem violência, sem sexo, sem massificação de consumo, entre outros. Hoje temos boas emissoras religiosas. A televisão tem o seu lado bom e o seu lado mau. Cabe a nós saber usá-la. Uma criança pode ficar até cerca de 700 horas por ano na frente de um televisor ligado. Mais uma vez aqui, é a família que será a única guardiã da liberdade e da boa formação dessa criança. Os pais precisam saber criar programas alternativos para tirá-las da frente do televisor, oferecendo-lhes brinquedos, jogos, contando-lhes histórias, etc.. Da mesma forma, ocorre com a internet: os pais não podem descuidar dela.
Mas, para levar os filhos para Deus é preciso também saber conquistá-los. O que quer dizer isso? Dar a eles tudo o que querem, a roupa da moda, a camisa de marca, o tênis caro? Não! Você os conquista com aquilo que você é para o seu filho, não com aquilo que você dá a ele. Você o conquista dando-se a ele; dando o seu tempo, o seu carinho, a sua atenção, ajudando-o sempre que ele precisa de você. Saint-Exupéry disse no livro "O Pequeno Príncipe": “Foi o tempo que você gastou com sua rosa que a fez ser tão importante para você”.
Diante de um mundo tão adverso, que quer arrancar os filhos de nossas mãos, temos de conquistá-los por aquilo que “somos” para eles. É preciso que o filho tenha orgulho dos pais. Assim será fácil você levá-lo para Deus. Muitos filhos não seguem os pais até a igreja porque não foram conquistados por estes.
Conquistar o filho é respeitá-lo; é não o ofender com palavras pesadas e humilhantes quando você o corrige; é ser amigo dos seus amigos; é saber acolhê-los em sua casa; é fazer programas com ele, é ser amigo dele. Enfim, antes de dizer a seu filho “Jesus te ama”, diga-lhe: “eu te amo”.

Prof. Felipe Aquino
Comunidade Canção Nova

O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry




O Pequeno Príncipe
 
Um mundo de muita ternura e delicadeza, assim é a estória do Pequeno Príncipe. A estória nos remete a um mundo de planetas, cometas e muitas estrelas. 
O Pequeno Príncipe era um garoto solitário e morava em um planeta muito pequeno, em seu solo haviam sementes boas e ruins, as boas poderiam transformar-se em rabanetes ou roseiras, mas as ruins poderiam virar os enormes Baobás (árvores gigantescas que se crescessem no planetinha com suas raízes o rachariam ao meio), por isso o principezinho precisava de um carneiro que comesse as pequenas mudas, mas de uma dessas mudas nasceu uma bonita (e orgulhosa) rosa que o princepezinho dedicava muito amor e cuidado, sempre cobrindo-a com uma redoma de vidro para protege-la do vento e do carneiro.
No planetinha haviam também três vulcões (sendo um inativo), que usava para cozinhar e aquecer-se, revolvendo sempre com muito cuidado suas cinzas.Como o pequeno príncipe levava uma vida monótona gostava de viajar a outros planetas e numa dessas viagens caiu na Terra por acidente, seu primeiro contato com a Terra foi difícil pois caiu em meio ao deserto, mas foi exatamente neste deserto que o príncipe teve contato com uma raposa e com ela aprendeu o significado de “criar laços” e cativar as amizades…Uma pessoa é apenas uma pessoa quando não se conhece, mas quando somos cativados pela amizade, essa pessoa torna-se única no mundo.
Com este aprendizado o príncipe cativou um homem, que encontrou no deserto (vítima de uma pane em seu avião), este homem que já estava petrificado com a frieza do mundo, reencontrou naquele garoto toda a inocência e amizade que precisava.
E ao final pede a todos: “Se viajarem um dia na África, através do deserto. E se acontecer passarem por ali, eu lhes suplico que não tenham pressa e que esperem um pouco bem debaixo da estrela!Se então um menino vem ao encontro de vocês, se ele ri, se tem cabelos de ouro, se não responde quando interrogam, não me deixem tão triste:escrevam-me depressa que ele voltou…”

Veja algumas frases da história do Pequeno príncipe:

“O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.”
“Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção.”
“Se tu vens às quatro da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz.”
“Foi o tempo que dedicastes à tua rosa que fez tua rosa tão importante.”
“Num mundo que se faz deserto, temos sede de encontrar um amigo.”
“O que conduz o mundo é o espírito e não a inteligência.”
"O essencial é invisível aos olhos"
"Serás para mim único no mundo e eu serei para ti única no mundo"
"É bem mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros"
"A gente só conhece bem as coisas que cativou"
"As sementes são invisíveis. Dormem nas entranhas da terra até que uma cisme de despertar"
"Os olhos são cegos. É preciso ver com o coração"
"É preciso que eu suporte duas ou três lagartas se quiser conhecer as borboletas"



O Aniversário do Pequeno Príncipe
Um hangar sujo e abandonado todo arrumado pra única festa que ele poderia receber.
Areia no chão, alguns montes com efeito de vapor.Umas ervas daninhas, outras tantas pedras espalhadas.Paredes e teto todos enfeitados com planetas, estrelas e
O Homem de negócios na entrada regulando quem entra e quem não entra.Contando quantas pessoas tem dentro, quantas faltam, quantos copos, mesas, lugares, canapés, litros de bebidas e tudo mais.
O grande Rei ficou sentado na entrada de tudo, ordenando que todos se divertissem, que todos se envolvessem pelos cantos, que vivessem aquele momento como o último de suas vidas.Ordenou que apreciassem a comida e a música.
O bêbado chegou pra beber, e antes de todo mundo chegar, estava estirado perto do bar.Nem curtiu a festa.
O ambiente começou a ficar cheio, as pessoas dançando.A maioria nem sabia ao certo de que era a festa, de quem era.É mais ou menos assim que acontece:vivemos, curtimos.Mas nunca sabemos realmente porque.Na maioria das vezes nos mexemos muito e fazemos barulho por algo que não entendemos na essência.
Com o ambiente cheio, as luzes piscavam sem parar.Nem numa festa o Acendedor de Lampiões esquece o regulamento.Existem pessoas que mesmo em festas, não deixam de trabalhar.
Nosso conhecido Vaidoso chegou atrasado, chamando atenção de quem como ele, não sabe que tudo isso não vale pena.Por fora, nada vale a pena.Tudo de importante não está nas roupas que ele veste, nem no penteado todo preparado.O que realmente mostra quem ele é, são suas verdades.E ele está muito preso ao que tudo mundo vê pra encontrar as próprias verdades.Só encontra a verdade quem é livre, de tudo.
E assim, num canto meio de lado de tudo, um garoto loiro largado observava tudo isso se perguntando onde estaria a beleza de todo este ritual.
Encostado nele, uma linda raposa de tons coloridos repousava sem se importar com os presentes, muito menos com o barulho.
-Ela vai esperar uma hora melhor pra vir. - Disse a raposa, escolhendo as palavras.
Mas o Príncipe, que já não é mais tão pequeno, buscava com os olhos aquela presença que iluminaria aquela festa.
Buscava, em toda a festa, em todo o hangar, em todo aquele mundo que montaram pra ele a verdade dele.Aquela pessoa que traria a verdade pro coração dele, que o tornaria livre.E completo.
O Homem de negócios estava muito ocupado contando qualquer coisa, o Rei ficou mandando as pessoas vomitarem depois te tanto beber, o Bêbado obedecia.
O Vaidoso se perdeu em tanta mentira de si mesmo.
A festa ia acabando, as pessoas indo embora.
O Príncipe sempre acompanhado da Raposa ia percorrendo os cantos, atrás dela, da principal causa de sua alegria e tristeza.Atrás da verdade dele.
Atrás do motivo real de toda aquela agitação.
E quando tudo se acabou, quando até o Rei não tinha mais ninguém pra mandar, consternado, o Príncipe olhou pro céu, de verdade, e disse:
-Você está aí, estou aqui.Sei que existe e és minha.Mesmo com tudo isso entre nós, faço tudo por você, quero tudo por você.Sei também que mesmo nós, possuindo um ao outro, nos sentimos sozinhos as vezes.Estou fazendo tudo pra brilhar, minha Flor, espero que consiga enxergar daí, onde quer que estejas.



segunda-feira, 26 de julho de 2010

O RESPONSÁVEL PELA QUALIDADE



O RESPONSÁVEL PELA QUALIDADE

Esta é uma história sobre quatro pessoas chamadas: TODO MUNDO, ALGUÉM, QUALQUER UM E NINGUÉM.

A QUALIDADE era um serviço importante a ser feito e TODO MUNDO estava certo de que ALGUÉM o faria.

QUALQUER UM poderia ter feito.

ALGUÉM ficou chateado sobre isso, porque era serviço de TODO MUNDO.

TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM podia fazê-lo, mas NINGUÉM percebeu que TODO MUNDO não o faria.

No fim, TODO MUNDO culpou ALGUÉM quando NINGUÉM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito.

DIFERENÇA ENTRE VENCEDORES E PERDEDORES



DIFERENÇA ENTRE VENCEDORES E PERDEDORES

QUANDO O POVO DE ISRAEL VIU GOLIAS, FALOU:
“ELE É MUITO GRANDE; NÃO VAMOS CONSEGUIR DERROTÁ-LO”.

QUANDO DAVI VIU GOLIAS, DISSE:
“ELE É MUITO GRANDE; NÃO TENHO COMO ERRAR O ALVO”.

A FORMA COMO ENCARAMOS OS PROBLEMAS É QUE DETERMINAM NOSSA VITÓRIA. ESSA É A DIFERENÇA ENTRE VENCEDORES E PERDEDORES.

APRENDENDO FAZER A DIFERENÇA


APRENDENDO FAZER A DIFERENÇA

Numa praia tranqüila, junto a uma aldeia de pescadores, morava um escritor. Todas as manhãs, ele passeava a beira-mar, fazendo suas reflexões, e, à tarde, ficava em casa escrevendo.
Um dia, caminhando sobre a areia, ele viu de longe um menino recolhendo na areia as estrelas-do-mar, uma por uma e, jogando-as novamente para o oceano.
- “Por que você está fazendo isso?”, quis saber o escritor, ao se aproximar.
- “Você não vê?”, respondeu o menino. “A maré está baixa e o sol está brilhando. Se ficarem aqui na areia, as estrelas vão secar ao sol e morrer...”
- “Meu jovem”, contestou o escritor, “existem milhares de quilômetros de praia por esse mundo a fora, e centena de milhares de estrelas - do- mar espalhadas pelas praias. Que diferença faz você jogar umas poucas de volta para o oceano, se a maioria vai perecer de qualquer forma?”
O menino então se abaixou para pegar mais uma estrela e, ao iniciar o movimento para devolvê-la ao oceano, voltou-se para o escritor e disse:
- “Para esta, eu fiz a diferença!”.
De volta à sua casa, o escritor não conseguiu mais escrever nem dormiu a noite. Esperou chegar à manhã seguinte para encontrar-se com o menino e, juntos, começaram a jogar as estrelas-do-mar de volta para o oceano.