Eventos da Educação de Jovens e adultos - EJA no município de Lucena/PB
Neste Blog vocês ficam sabendo um pouco do meu dia-a-dia; dos meus gostos e vontades; pensamentos e ideais...Fiquem com Deus e um bjo no coração de todos! Cristiane Pinto.
Cristiane Pinto
Porque a vida é da cor que a gente pinta!!!
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Receba "O Espirito Santo"
INVOCAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos : Ó DEUS, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre de sua consolação. Por CRISTO, Senhor nosso. Amém!
ORAÇÃO PARA PEDIR OS DONS DO ESPÍRITO SANTO
Vinde Espírito Santo
E dai-nos o Dom da Sabedoria
Para que possamos avaliar todas as coisas à luz do Evangelho
E ler nos acontecimentos da vida os projetos de amor do Pai
Dai-nos o Entendimento
Uma compreensão mais profunda da verdade
A fim de anunciar a salvação com maior firmeza e convicção
Dai-nos o Dom do Conselho
Que ilumina a nossa vida
E orientai a nossa ação segundo vossa Divina Providência
Dai-nos o Dom da Fortaleza
Sustentai-nos no meio de tantas dificuldades
Com vossa coragem para que possamos anunciar o Evangelho
Dai-nos o Dom da Ciência
Para distinguir o Único Necessário
Das coisas meramente importantes
Dai-nos Piedade
Para reanimar sempre mais nossa íntima comunhão convosco
E, finalmente, dai-nos vosso santo Temor
Para que, conscientes de nossas fragilidades,
Reconhecermos a força da vossa graça.
Vinde Espírito Santo
E dai-nos um novo coração. Amém.
Pe. Joãozinho – Oração inspirada na Carta de João Paulo II aos sacerdotes do mundo inteiro por ocasião da quinta-feira santa de 1998.
Uma Benção especial virá até você na forma de um melhor trabalho, melhor relacionamento em casa ou situação econômica mais tranquila. Não faça perguntas e confia em Deus!!!
domingo, 8 de agosto de 2010
FALANDO DE DEUS PARA CRIANÇAS DE 0 A 4 ANOS
Quando olhamos para esses pequenininhos podemos até pensar : "Como é difícil ensiná-los. Será que entendem o que estou ensinado?" Mas ao contrário do que pensamos os primeiros anos de vida das crianças são uma excelente oportunidade para estabelecermos alicerces espirituais.
Então surge mais uma pergunta:"Como ensiná-los?". A resposta é simples! Nessa faixa etária a criança aprende por meio de experiências, pelos sentidos e sentimentos. A melhor forma de ensiná-las é fazendo-as sentir as experiências das aprendizagens que objetivamos. E agora o que posso ensinar a crianças de 0 a 4 anos de idade? No livro "Ensinando Sobre Deus ás Crianças" ,da CPAD, podemos encontrar um ótimo roteiro e dicas fantásticas para ensinar esses pequeninos.
Podemos ensiná-los a respeito de Deus:
•Quem é Deus? Deus existe; Deus o ama; Jesus o ama e Deus quer cuidar de você.
•O que Deus fez? Deus criou todas as coisas; Deus criou você; Deus nos deu a Bíblia; Jesus, o Filho de Deus, morreu por nossos pecados para que você possa estar com Deus.
Podemos ensinar a respeito do Amor, que eles podem ter um relacionamento com Deus:
•Orando e conversando com Deus em nome de Jesus;
•Falando regularmente com Deus;
•Escutando com regularidade histórias bíblicas sobre Deus e Jesus.
Podemos ensinar sobre como ter uma vida dedicada a Deus e que elas podem ser tudo o que Deus quer que elas sejam:
•Deus quer que sejam boas, gentis e amorosas, exatamente como Ele e Jesus são;
•Deus quer que vejam e pensem coisas boas;
•Deus quer que vão a igreja;
•Deus quer que obedeçam seus pais;
•Deus quer que compartilhe suas coisas com os outros.
FONTE: "Ensine sobre Deus às crianças". CPAD
DÚVIDAS SOBRE AS CRIANÇAS EM RELAÇÃO AOS ENSINAMENTOS DE DEUS
1º DÚVIDA: " É realmente necessário ensinar a Palavra de Deus a uma criança de tenra idade?"
Segundo a BÍblia...
Segundo a BÍblia...
a. No Antigo Testamento
Dt 6:7 - "Tu as inculcarás a teus filhos..."
Pv 22.6 - "Ensina a criança no caminho em que deve andar..."
Sl 78: 4-6 - "...não encobriremos a teus filhos".
b. No Novo Testamento
2 Tm 3:15 - "...desde a infância sabe as sagradas letras"
Ef 6:4 - "Criai os vossos filhos na disciplina do Senhor..."
Mt 11.25 - "Graças Te dou...porque revelaste essas coisas aos pequeninos"
2º DÚVIDA - " É possível às crianças terem uma experiência real com Deus e serem por Ele renegadas?"
Segundo a Bíblia...
a. No Antigo Testamento
Dt 31::12,13- "AS reuniões de ensino levavam as crianças a submeterem-se a Deus".
Sl 78:7 - " As crianças devem aprender para, então, confiar em Deus..."
1Sm 3:20 - "Samuel conheceu a Deus, quando ainda criança, e converteu-se de todo coração ao Senhor".
b. No Novo Testamento
Mt 18:6 - "Não faça os pequeninos que crêem em mim..."
Tt 1:6 - "O presbítero deve ter filhos crentes..."
Cl 3:20 - "...dos filhos se esperam obediência aos pais e bom testemunho aos de fora". A força da oração
Jesus, após transfigurar-se na presença de Pedro, Tiago e João, no Monte Tabor, desce a montanha e encontra os demais apóstolos que haviam ficado; ou seja, ao chegarem a montanha, Jesus toma Pedro, Tiago e João e sobem a montanha, deixando os demais no sopé do monte, num pequeno vilarejo. Quando descem, encontram os demais num total apuro: estão tentando expulsar o demônio de um menino epilético. O pai do menino corre em direção a Cristo suplicando-Lhe que cure o filho.
O pai do menino, após suplicar a cura, comunica ao Senhor que Seus discípulos nada fizeram. Jesus chama a atenção deles: “Ó gente sem fé e perversa! Até quando deverei ficar convosco? Até quando vos suportarei?”
Cristo expulsa o demônio daquele menino imediatamente, deixando-o curado, liberto. Os discípulos vão a Ele e questionam o fato de não conseguirem realizar o “exorcismo”. O Messias lhes responde que não conseguiram porque a fé deles era demasiado pequena.
O grande problema conosco é que somos profundamente – muito, eu digo – descrentes acerca daquilo que Cristo quer fazer em nós a através de nós. Nós não conseguimos caminhar, muitas e muitas vezes, porque não temos a coragem e a decisão de expulsar certos demônios de cada um de nós e, por isso, não conseguimos ajudar ninguém; visto que ninguém dá o que não tem. Estamos parados, entrevados, epiléticos, porque estamos olhando para a montanha e não estamos olhando para as pedras que estão à frente, por isso, tropeçamos sempre, sempre no mesmo lugar. Para dizer que ninguém tropeça em montanha, mas nas pequenas pedras que estão à frente de todos nós. Por isso devemos clamar sempre: “Senhor, não quero ver o horizonte, mas que me ilumines o meu primeiro passo”.
Ter fé significa, muito mais que fazer, ser, ou seja, ser aquilo que Deus quer que sejamos: santos, de confiança, misericordiosos capazes de nos colocarmos no lugar dos outros. Aliás, uma das dificuldades dos discípulos para expulsar aquele demônio, por conta da falta de fé, é que não conseguiram se colocar no lugar daquele menino que estava sofrendo; o ser de fé sempre terá compaixão dos outros, ou seja, conseguirá se colocar com a paixão, com a dor do outro. Jesus é mestre nisso.
O ser de fé sempre alimentará a sua fé numa profunda vida íntima com Jesus Cristo. Existem certos tipos de demônios que só podem ser expulsos pela força da oração. E nada mais! Como está a nossa vida de intimidade com o Senhor? Como estão as nossas participações da Santa Missa dominical e ou semanal? Como se encontra a nossa vida íntima com a Palavra? É uma vida íntima com a Palavra? Existem muitas pessoas muito atentas e ocupadas quanto ao manuseio do Corpo e Sangue de Cristo nas espécies eucarísticas; não perdem nenhum fragmento, pois ali está Jesus. Perfeito que Deus sempre nos dê este zelo! Agora, como se encontra o manuseio e a receptividade da Palavra – O Verbo se vez Carne – em nossa vida? Como a Palavra está sendo fragmentada e dispersa, perdida, por cada um de nós! E depois queremos perguntar por que as coisas não vão bem em nossa vida, por que certos tipos de demônio não saem de nós e dos nossos? Tomemos consciência enquanto ainda é tempo.
Padre Pacheco
Comunidade Canção Nova
Comunidade Canção Nova
sábado, 7 de agosto de 2010
Educação: Como evangelizar os meus filhos?
Os pais não devem apenas mandar os filhos para a igreja, mas levá-los
A Igreja ensina que os primeiros catequistas são os pais. É no colo deles que toda criança deve aprender a conhecer a Deus, aprender a rezar e dar os primeiros passos na fé; conhecer os Mandamentos e os Sacramentos.
Os pais são educadores naturais, e os filhos assimilam seus ensinamentos sem restrições. Será difícil levar alguém para Deus se isso não for feito, em primeiro lugar, pelos pais. É com o pai e a mãe que a criança tem de ouvir em primeiro lugar o nome de Jesus Cristo, Sua vida, Seus milagres, Seu amor por nós, Sua divindade, Sua doutrina... Eles são os responsáveis a dar-lhes o batismo, a primeira comunhão, a crisma e a catequese.
Quando fala aos pais sobre a educação dos filhos, São Paulo recomenda: “Pais, não exaspereis os vossos filhos. Pelo contrário, criai-os na educação e na doutrina do Senhor” (Ef 6, 4). Aqui está uma orientação muito segura para os pais. Sem a “doutrina do Senhor”, não será possível educar. Dom Bosco, grande “pai e mestre da juventude”, ensinava que não é possível educar sem a religião. Seu método seguro de educar estava na trilogia: amor - estudo - religião.
Nunca esqueci o terço que aprendi a rezar aos cinco anos de idade, no colo de minha mãe. Pobre filho que não tiver uma mãe que o ensine a rezar! Passei a vida toda estudando, cheguei ao doutorado e pós-doutorado em Física e nunca consegui esquecer a fé que herdei de meus pais; é a melhor herança que deles recebi. Não é verdade que a ciência e a fé são antagônicas; essa luta só existe no coração do cientista que não foi educado na fé, desde o berço.
Os pais não devem apenas mandar os seus filhos à igreja, mas, devem levá-los. É vendo o pai e a mãe se ajoelharem que um filho se torna religioso, mais do que ouvindo muitos sermões. A melhor maneira de educar, também na fé, é pelo exemplo. Se os pais rezam, os filhos aprender a rezar; se os pais vivem conforme a lei de Deus, os filhos também vão viver assim, e isso se desdobra em outros exemplos. Os genitores precisam rezar com os filhos desde pequenos, cultivar em casa um lar católico, com imagens de santos em um oratório, o crucifixo nas paredes, etc.; tudo isso vai educando os filhos na fé. Alguém disse, um dia, que “quando Deus tem seu altar no coração da mãe, a casa toda se transforma em um templo.”
Um aspecto importante da educação religiosa de nossos filhos está ligado à escola. Infelizmente, hoje, se ensina muita coisa errada em termos de moral nas escolas; então, os pais precisam saber e fiscalizar o que os filhos aprendem ali. Infelizmente, hoje, o Governo está colocando até máquinas para distribuir “camisinhas” nesses locais. Os filhos precisam em casa receber uma orientação muito séria sobre a péssima “educação sexual” que hoje é dada em muitas escolas, a fim de que não aprendam uma moral anticristã.
Outro cuidado que os pais precisam ter é com a televisão; saber selecionar os programas que os filhos podem ver, sem violência, sem sexo, sem massificação de consumo, entre outros. Hoje temos boas emissoras religiosas. A televisão tem o seu lado bom e o seu lado mau. Cabe a nós saber usá-la. Uma criança pode ficar até cerca de 700 horas por ano na frente de um televisor ligado. Mais uma vez aqui, é a família que será a única guardiã da liberdade e da boa formação dessa criança. Os pais precisam saber criar programas alternativos para tirá-las da frente do televisor, oferecendo-lhes brinquedos, jogos, contando-lhes histórias, etc.. Da mesma forma, ocorre com a internet: os pais não podem descuidar dela.
Mas, para levar os filhos para Deus é preciso também saber conquistá-los. O que quer dizer isso? Dar a eles tudo o que querem, a roupa da moda, a camisa de marca, o tênis caro? Não! Você os conquista com aquilo que você é para o seu filho, não com aquilo que você dá a ele. Você o conquista dando-se a ele; dando o seu tempo, o seu carinho, a sua atenção, ajudando-o sempre que ele precisa de você. Saint-Exupéry disse no livro "O Pequeno Príncipe": “Foi o tempo que você gastou com sua rosa que a fez ser tão importante para você”.
Diante de um mundo tão adverso, que quer arrancar os filhos de nossas mãos, temos de conquistá-los por aquilo que “somos” para eles. É preciso que o filho tenha orgulho dos pais. Assim será fácil você levá-lo para Deus. Muitos filhos não seguem os pais até a igreja porque não foram conquistados por estes.
Conquistar o filho é respeitá-lo; é não o ofender com palavras pesadas e humilhantes quando você o corrige; é ser amigo dos seus amigos; é saber acolhê-los em sua casa; é fazer programas com ele, é ser amigo dele. Enfim, antes de dizer a seu filho “Jesus te ama”, diga-lhe: “eu te amo”.
Prof. Felipe Aquino
Comunidade Canção Nova
A Igreja ensina que os primeiros catequistas são os pais. É no colo deles que toda criança deve aprender a conhecer a Deus, aprender a rezar e dar os primeiros passos na fé; conhecer os Mandamentos e os Sacramentos.
Os pais são educadores naturais, e os filhos assimilam seus ensinamentos sem restrições. Será difícil levar alguém para Deus se isso não for feito, em primeiro lugar, pelos pais. É com o pai e a mãe que a criança tem de ouvir em primeiro lugar o nome de Jesus Cristo, Sua vida, Seus milagres, Seu amor por nós, Sua divindade, Sua doutrina... Eles são os responsáveis a dar-lhes o batismo, a primeira comunhão, a crisma e a catequese.
Quando fala aos pais sobre a educação dos filhos, São Paulo recomenda: “Pais, não exaspereis os vossos filhos. Pelo contrário, criai-os na educação e na doutrina do Senhor” (Ef 6, 4). Aqui está uma orientação muito segura para os pais. Sem a “doutrina do Senhor”, não será possível educar. Dom Bosco, grande “pai e mestre da juventude”, ensinava que não é possível educar sem a religião. Seu método seguro de educar estava na trilogia: amor - estudo - religião.
Nunca esqueci o terço que aprendi a rezar aos cinco anos de idade, no colo de minha mãe. Pobre filho que não tiver uma mãe que o ensine a rezar! Passei a vida toda estudando, cheguei ao doutorado e pós-doutorado em Física e nunca consegui esquecer a fé que herdei de meus pais; é a melhor herança que deles recebi. Não é verdade que a ciência e a fé são antagônicas; essa luta só existe no coração do cientista que não foi educado na fé, desde o berço.
Os pais não devem apenas mandar os seus filhos à igreja, mas, devem levá-los. É vendo o pai e a mãe se ajoelharem que um filho se torna religioso, mais do que ouvindo muitos sermões. A melhor maneira de educar, também na fé, é pelo exemplo. Se os pais rezam, os filhos aprender a rezar; se os pais vivem conforme a lei de Deus, os filhos também vão viver assim, e isso se desdobra em outros exemplos. Os genitores precisam rezar com os filhos desde pequenos, cultivar em casa um lar católico, com imagens de santos em um oratório, o crucifixo nas paredes, etc.; tudo isso vai educando os filhos na fé. Alguém disse, um dia, que “quando Deus tem seu altar no coração da mãe, a casa toda se transforma em um templo.”
Um aspecto importante da educação religiosa de nossos filhos está ligado à escola. Infelizmente, hoje, se ensina muita coisa errada em termos de moral nas escolas; então, os pais precisam saber e fiscalizar o que os filhos aprendem ali. Infelizmente, hoje, o Governo está colocando até máquinas para distribuir “camisinhas” nesses locais. Os filhos precisam em casa receber uma orientação muito séria sobre a péssima “educação sexual” que hoje é dada em muitas escolas, a fim de que não aprendam uma moral anticristã.
Outro cuidado que os pais precisam ter é com a televisão; saber selecionar os programas que os filhos podem ver, sem violência, sem sexo, sem massificação de consumo, entre outros. Hoje temos boas emissoras religiosas. A televisão tem o seu lado bom e o seu lado mau. Cabe a nós saber usá-la. Uma criança pode ficar até cerca de 700 horas por ano na frente de um televisor ligado. Mais uma vez aqui, é a família que será a única guardiã da liberdade e da boa formação dessa criança. Os pais precisam saber criar programas alternativos para tirá-las da frente do televisor, oferecendo-lhes brinquedos, jogos, contando-lhes histórias, etc.. Da mesma forma, ocorre com a internet: os pais não podem descuidar dela.
Mas, para levar os filhos para Deus é preciso também saber conquistá-los. O que quer dizer isso? Dar a eles tudo o que querem, a roupa da moda, a camisa de marca, o tênis caro? Não! Você os conquista com aquilo que você é para o seu filho, não com aquilo que você dá a ele. Você o conquista dando-se a ele; dando o seu tempo, o seu carinho, a sua atenção, ajudando-o sempre que ele precisa de você. Saint-Exupéry disse no livro "O Pequeno Príncipe": “Foi o tempo que você gastou com sua rosa que a fez ser tão importante para você”.
Diante de um mundo tão adverso, que quer arrancar os filhos de nossas mãos, temos de conquistá-los por aquilo que “somos” para eles. É preciso que o filho tenha orgulho dos pais. Assim será fácil você levá-lo para Deus. Muitos filhos não seguem os pais até a igreja porque não foram conquistados por estes.
Conquistar o filho é respeitá-lo; é não o ofender com palavras pesadas e humilhantes quando você o corrige; é ser amigo dos seus amigos; é saber acolhê-los em sua casa; é fazer programas com ele, é ser amigo dele. Enfim, antes de dizer a seu filho “Jesus te ama”, diga-lhe: “eu te amo”.
Prof. Felipe Aquino
Comunidade Canção Nova
O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry
O Pequeno Príncipe
Um mundo de muita ternura e delicadeza, assim é a estória do Pequeno Príncipe. A estória nos remete a um mundo de planetas, cometas e muitas estrelas.
O Pequeno Príncipe era um garoto solitário e morava em um planeta muito pequeno, em seu solo haviam sementes boas e ruins, as boas poderiam transformar-se em rabanetes ou roseiras, mas as ruins poderiam virar os enormes Baobás (árvores gigantescas que se crescessem no planetinha com suas raízes o rachariam ao meio), por isso o principezinho precisava de um carneiro que comesse as pequenas mudas, mas de uma dessas mudas nasceu uma bonita (e orgulhosa) rosa que o princepezinho dedicava muito amor e cuidado, sempre cobrindo-a com uma redoma de vidro para protege-la do vento e do carneiro.
No planetinha haviam também três vulcões (sendo um inativo), que usava para cozinhar e aquecer-se, revolvendo sempre com muito cuidado suas cinzas.Como o pequeno príncipe levava uma vida monótona gostava de viajar a outros planetas e numa dessas viagens caiu na Terra por acidente, seu primeiro contato com a Terra foi difícil pois caiu em meio ao deserto, mas foi exatamente neste deserto que o príncipe teve contato com uma raposa e com ela aprendeu o significado de “criar laços” e cativar as amizades…Uma pessoa é apenas uma pessoa quando não se conhece, mas quando somos cativados pela amizade, essa pessoa torna-se única no mundo.
Com este aprendizado o príncipe cativou um homem, que encontrou no deserto (vítima de uma pane em seu avião), este homem que já estava petrificado com a frieza do mundo, reencontrou naquele garoto toda a inocência e amizade que precisava.
E ao final pede a todos: “Se viajarem um dia na África, através do deserto. E se acontecer passarem por ali, eu lhes suplico que não tenham pressa e que esperem um pouco bem debaixo da estrela!Se então um menino vem ao encontro de vocês, se ele ri, se tem cabelos de ouro, se não responde quando interrogam, não me deixem tão triste:escrevam-me depressa que ele voltou…”
Veja algumas frases da história do Pequeno príncipe:
“O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.”
“Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção.”
“Se tu vens às quatro da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz.”
“Foi o tempo que dedicastes à tua rosa que fez tua rosa tão importante.”
“Num mundo que se faz deserto, temos sede de encontrar um amigo.”
“O que conduz o mundo é o espírito e não a inteligência.”
"O essencial é invisível aos olhos"
"Serás para mim único no mundo e eu serei para ti única no mundo"
"É bem mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros"
"A gente só conhece bem as coisas que cativou"
"As sementes são invisíveis. Dormem nas entranhas da terra até que uma cisme de despertar"
"Os olhos são cegos. É preciso ver com o coração"
"É preciso que eu suporte duas ou três lagartas se quiser conhecer as borboletas"
O Aniversário do Pequeno Príncipe
Um hangar sujo e abandonado todo arrumado pra única festa que ele poderia receber.
Areia no chão, alguns montes com efeito de vapor.Umas ervas daninhas, outras tantas pedras espalhadas.Paredes e teto todos enfeitados com planetas, estrelas e
O Homem de negócios na entrada regulando quem entra e quem não entra.Contando quantas pessoas tem dentro, quantas faltam, quantos copos, mesas, lugares, canapés, litros de bebidas e tudo mais.
O grande Rei ficou sentado na entrada de tudo, ordenando que todos se divertissem, que todos se envolvessem pelos cantos, que vivessem aquele momento como o último de suas vidas.Ordenou que apreciassem a comida e a música.
O bêbado chegou pra beber, e antes de todo mundo chegar, estava estirado perto do bar.Nem curtiu a festa.
O ambiente começou a ficar cheio, as pessoas dançando.A maioria nem sabia ao certo de que era a festa, de quem era.É mais ou menos assim que acontece:vivemos, curtimos.Mas nunca sabemos realmente porque.Na maioria das vezes nos mexemos muito e fazemos barulho por algo que não entendemos na essência.
Com o ambiente cheio, as luzes piscavam sem parar.Nem numa festa o Acendedor de Lampiões esquece o regulamento.Existem pessoas que mesmo em festas, não deixam de trabalhar.
Nosso conhecido Vaidoso chegou atrasado, chamando atenção de quem como ele, não sabe que tudo isso não vale pena.Por fora, nada vale a pena.Tudo de importante não está nas roupas que ele veste, nem no penteado todo preparado.O que realmente mostra quem ele é, são suas verdades.E ele está muito preso ao que tudo mundo vê pra encontrar as próprias verdades.Só encontra a verdade quem é livre, de tudo.
E assim, num canto meio de lado de tudo, um garoto loiro largado observava tudo isso se perguntando onde estaria a beleza de todo este ritual.
Encostado nele, uma linda raposa de tons coloridos repousava sem se importar com os presentes, muito menos com o barulho.
-Ela vai esperar uma hora melhor pra vir. - Disse a raposa, escolhendo as palavras.
Mas o Príncipe, que já não é mais tão pequeno, buscava com os olhos aquela presença que iluminaria aquela festa.
Buscava, em toda a festa, em todo o hangar, em todo aquele mundo que montaram pra ele a verdade dele.Aquela pessoa que traria a verdade pro coração dele, que o tornaria livre.E completo.
O Homem de negócios estava muito ocupado contando qualquer coisa, o Rei ficou mandando as pessoas vomitarem depois te tanto beber, o Bêbado obedecia.
O Vaidoso se perdeu em tanta mentira de si mesmo.
A festa ia acabando, as pessoas indo embora.
O Príncipe sempre acompanhado da Raposa ia percorrendo os cantos, atrás dela, da principal causa de sua alegria e tristeza.Atrás da verdade dele.
Atrás do motivo real de toda aquela agitação.
E quando tudo se acabou, quando até o Rei não tinha mais ninguém pra mandar, consternado, o Príncipe olhou pro céu, de verdade, e disse:
-Você está aí, estou aqui.Sei que existe e és minha.Mesmo com tudo isso entre nós, faço tudo por você, quero tudo por você.Sei também que mesmo nós, possuindo um ao outro, nos sentimos sozinhos as vezes.Estou fazendo tudo pra brilhar, minha Flor, espero que consiga enxergar daí, onde quer que estejas.

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